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sábado, 30 de abril de 2016
PRF apreende carreta com 350 mil maços de cigarro na Régis Bittencourt.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu cerca de 350 mil maços de cigarro na madrugada deste sábado (30) em Campina Grande do Sul, na região metropolitana de Curitiba.
A carga, contrabandeada do Paraguai, era transportada em uma carreta, que transitava pela BR 116, na pista sentido São Paulo da Rodovia Régis Bittencourt.
Por volta de cinco horas da madrugada, o motorista recebeu ordem de parada, em frente à Unidade Operacional Taquari da PRF. Ele desobedeceu e passou a ser seguido pelos policiais rodoviários federais. Alguns quilômetros à frente, abandonou o veículo e fugiu a pé, em meio a uma área de mata.
Quatro horas depois, a PRF localizou e prendeu o contrabandista, no pátio de um posto de combustíveis, a mais de dez quilômetros de distância do local onde havia abandonado a carreta.
O preso tem 34 anos de idade e declarou ter sido contratado para levar a carga ilícita do Mato Grosso do Sul para São Paulo. A pena para o crime de contrabando varia de dois a cinco anos de reclusão.
O veículo apresentava ainda indícios de adulteração de seus sinais identificadores.
A PRF encaminhou a ocorrência para a Superintendência da Polícia Federal em Curitiba.
O valor de mercado da carga apreendida ultrapassa R$ 1,5 milhão.
Informações do site da PRF.
Execução >> Brasileiro é assassinado por pistoleiros no Paraguai.
Um homem identificado com iniciais A. C. L. de 32 anos, brasileiro, foi assassinado neste sábado (30), em Pedro Juan Caballero, no Paraguai.
A vítima circulava em uma motocicleta, quando foi atacado por duas pessoas que circulavam em outra motocicleta.
Cardozo López era vendedor ambulante.
O Brasileiro residia no Bairro San domingo de Ponta Porã e segundo seus familiares, saiu de sua casa neste sábado e antes de chegar em Pedro Juan Caballero, foi morto a tiros.
A Polícia Paraguaia Investiga o Crime.
Fonte: http://portalvoxnet.com.br
sexta-feira, 29 de abril de 2016
Polícia prende quadrilha que roubava caminhonetes.
A Polícia Civil prendeu quatro homens suspeitos de roubos em série de caminhonetes em vários municípios do norte e do noroeste do Paraná, na noite de quinta-feira (28).
O grupo foi flagrado ao trazer uma caminhonete roubada para Maringá, onde a venderiam. Eles trafegavam pela Avenida
Colombo, durante a noite, quando foram abordados e presos.
Segundo a polícia, um dos suspeitos era considerado foragido da Justiça e outro usava tornozeleira do regime semiaberto. Os outros dois eram moradores de Rolândia, na região de Londrina.
O delegado-chefe de Maringá, Osmir Ferreira Neves Junior, afirma que os assaltantes entravam nas casas das vítimas, as rendiam e roubavam objetos das casas e os veículos. Ele diz que, quase sempre, os criminosos agiam com bastante violência.
"Muitas vezes, eles ficavam no interior das casas, por horas, justamente para viabilizar o maior proveito ilícito em detrimento dos moradores", comenta Junior.
O delegado conta que muitos roubos na região têm as mesmas características. Por isso, é provável que o grupo esteja envolvido em boa parte deles. A polícia, agora, procura outros envolvidos com a quadrilha.
Fonte: G1.globo.com
Casa queima e casal perde todos os pertences em Horizontina.
Um incêndio em residência foi registrado no início da tarde desta sexta-feira (29) na localidade de Lajeado Maria, interior de Horizontina, na casa da família Nunes.
Moravam no imóvel um casal e um menino de 3 anos Bruna Nunes e Douglas da Silva e bebê Djeimes agora dependem da ajuda da comunidade, necessitando urgentemente de roupas de uso pessoal, cobertores, móveis e eletrodomésticos.
Ninguém ficou ferido, pois os moradores não estavam na casa no momento do sinistro, que segundo familiares teria tido como causa possivelmente um curto circuito. As doações podem ser encaminhadas a Rádio Olinda FM durante a manhã deste sábado.
FONTE: www.paulomarquesnoticias.com.br
Deputado Palozi requer o Pedido de Informação ao Governo do Estado sobre contratação dos concursados aprovados da EMATER.
O Deputado Estadual Claudio Palozi (PSC), em Sessão Plenária desta segunda – feira 25/04, fez o sobre os motivos pelos quais os candidatos aprovados no Concurso da Emater – Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural, sob Edital 079/2014 ainda não foram nomeados.
O Edital 079/2014, ofertou 293 (duzentas e noventa e três) vagas para o cargo de Profissional de Extensão Rural – APER e 107 (cento e sete) vagas para o cargo de Técnico de Extensão Rural – ATER.
Os argumentos inicialmente utilizados para a não nomeação se dava em razão do processo de PDV – Pedido de Demissão Voluntária em andamento, visando uma maior disponibilidade de vagas.
Todavia o PDV foi realizado, em seguida a escolha das localidades de atuação pelos candidatos aprovados, para o fim de nomeação.
Entretanto até a presente data, nenhum destes foi nomeado, e não se sabe, qual o motivo da demora, o que tem causado grande aflição e descontentamento aos profissionais aprovados no certame.
Por essas e outras razões solicito informações sobre os motivos pelos quais os candidatos aprovados no concurso de Edital 079/2014 ainda não foram nomeados.
Fonte : Assessoria de Comunicação – Deputado Palozi .
As contradições do impeachment em 1992 e 2016.
Não se sabe se ajuda esclarecer ou aumentar as dúvidas sobre o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, mas vale confrontar manifestações de personagens da atual e da crise de 1992, que resultou no afastamento do então presidente Fernando Collor de Mello.
Os conflitos mostram contradições e incoerências de determinadas lideranças, o que explica um pouco das dificuldades enfrentadas pelo País nos últimos anos.
Dilma era presidente da Fundação de Economia e Estatística do Rio Grande do Sul. Tinha perfil técnico e com experiências anteriores na Secretaria da Fazenda de Porto Alegre e na diretoria da Câmara Municipal da capital gaúcha, a economista assumiu a fundação no início do governo Alceu Collares, em 1991.
Ela então integrava os quadros do PDT, que, às vésperas da votação na Câmara, defendia o impeachment de Collor.
O vice-presidente Michel Temer, então procurador-geral de São Paulo, havia se licenciado da Câmara para assumir o cargo no governo de Orestes Quércia, mas não se negava a analisar o impeachment de Collor.
Professor constitucionalista, o procurador-geral escreveu artigo para o jornal a Folha de São Paulo, onde defendeu o impeachment como julgamento político.
“A pergunta que o parlamentar votante se faz quando vota é: convém ou não convém que o acusado continue a governar?”, argumentou no texto.
O então presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), Luiz Inácio Lula da Silva, derrotado nas eleições de 1989, foi um dos principais negociadores políticos contra Collor.
A posição lhe rendia prestígio, distribuía autógrafos, recebia entusiasmados aplausos em manifestações e sofria assédio de outros partidos, como PMDB e PSDB.
Foi aliado de Fernando Henrique Cardoso, Orestes Quércia e Ciro Gomes nas articulações para o pacto pró-Itamar, mas se negou a aceitar que o PT integrasse o novo governo.
Ao descer de avião para acompanhar a votação do impeachment, não escondeu a satisfação: “Não podia deixar de vir depois de lutar tanto. Seria como faltar ao casamento de uma filha”, afirmou.
O ex-presidente José Sarney, então senador pelo PMDB do Amapá, preferia atuar nos bastidores pela queda do sucessor na presidência, mas colocou a família na linha de frente.
Com a planilha nas mãos, a então deputada Roseana Sarney, comandava a comissão pró-impeachment ou "Sindicato do Golpe", nas palavras de aliados de Collor, fazendo o controle diário da tendência de votos.
Já o deputado Sarney Filho ficou responsável pela "Esquadrilha do Impeachment", que arrumou seis jatinhos para buscar deputados em suas bases eleitorais e evitar as ausências no dia da votação da Câmara.
“Estamos vivendo momento singular na história do País. Forças políticas antagônicas se unem para salvar o Brasil”, afirmava Sarney.
Já o senador Renan Calheiros, presidente do Senado e na época deputado federal, foi assessor do PRN na campanha de 1989 e assumiu a liderança do governo, assim que Collor chegou ao Planalto.
A amizade, que parecia sólida, terminou em conflito. Ao perder o comando político de Alagoas, alegava que o adversário havia fraudado as eleições. Collor lhe negou apoio, pois o alvo era Geraldo Bulhões, outro amigo do então presidente.
Calheiros foi então para a oposição, denunciou corrupção no Planalto em depoimento na CPI e festejou o afastamento do ex-amigo. “Era isso que o povo queria. À medida que o tempo vai passando o povo vai percebendo a podridão no governo”, afirmou, na época.
*O autor é deputado federal pelo Paraná
E-mail: dep.dilceusperafico@camara.leg.br
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